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One Day, One Song

one day, one text: o amor resume-se a tudo #02

Os Radiohead cantam que o verdadeiro amor espera. James Blake diz que há um limite para um amor. Amália Rodrigues (en)cantou que há na vida romances de amor. Frank Sinatra deu musicalidade a algo estúpido do amor. Johnny Cash tentou encontrar os porquês de se amar alguém. Tudo belas canções de amor que melancoliam qualquer momento. 

 

 

Mas, o verdadeiro amor nunca espera. Nunca tem de esperar. O verdadeiro amor vive sempre sem intervalos. E sem limites. Voa sempre sem olhar para a loucura cometida. Sem justificação (não há porquês no amor, Jonny Cash). De forma estúpida, por vezes - Sinatra tinha razão. Amália também. Todo o amor é um romance. Todo o romance pode ser um amor.

 

Há amores de uma vida. E há amores que duram um vida. Como? Com amor. Só com amor se consegue viver na vida do outro e deixar o outro viver na nossa vida. E não há livro, música ou filme que resuma o amor. O amor é o que acontece. O amor é uma coisa sem definições porque todas as definições são poucas. O amor é isto. E aquilo. O amor resume-se a tudo.

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