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One Day, One Song

Quintandona, a aldeia de xisto

É um pequeno refúgio a poucos quilómetros de Penafiel (Porto). Uma aldeia onde a paz reina.

 

Sábado. 16h00. O GPS diz para seguir para a direita. E ei-la, a aldeia de Quintadona.

 

Quase que não era necessário uma placa informativa para indicar onde estamos. Quem procura no Google o nome da aldeia, fica logo a saber que tudo (ou quase tudo) é feito de xisto.

 

A cada metro que se avança em direção ao cruzeiro no centro da aldeia, as ruas vão ficando cada vez mais estreitas - perder o espelho do carro é fácil. É quase um novo exame de código. Felizmente, estacionar é simples, quase não há carros.

 

Lá avançamos para o interior da aldeia. Quem é milionário tem vontade de comprar cada morada que vê, quem não é também. São simples, mas parecem casas de conto de fadas.

 

A tranquilidade reina em cada esquina. Ouvem-se as conservas, as portas a abrir e a fechar, a água a cair.

Pelas ruas apenas passeia um casal de turistas. “Tenho sede”, diz ela. Logo aparece uma senhora que lhes diz com um sorriso “boa tarde, podem beber ali naquele tanque que a água é boa e fresquinha”. Seguem o conselho e comprovam.

 

Quase todas as casas têm um nome. “Vivenda da Viúva”, “Vivenda do Zézinho” e por aí fora. Há um bar de vinho, uma praça para os porcos e uma pequena capela. Mas, mais do que isso, há paz e tranquilidade. Nem nos lembramos do mundo lá fora.

 

 

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